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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Duelo com Anderson Silva só depende de Chael Sonnen, diz chefão do UFC

Falastrão americano terá a tão aguardada chance caso vença Michael Bisping no sábado
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Já se foram 17 meses desde que Anderson Silva finalizou o falastrão Chael Sonnen na luta principal do UFC 117 para assegurar o cinturão dos pesos médios (84 kg), e, mesmo assim, fãs do mundo todo clamam pela revanche.

Possibilidade que foi dada como certa pelo chefão do evento, o carequinha Dana White, que garantiu que tudo depende apenas de Sonnen, já que a luta só sai caso ele ganhe de Michael Bisping no próximo sábado (28), no UFC on Fox 2.

- Aqui e agora, eu garanto 100% de certeza que, se Chael Sonnen ganhar sua próxima luta, ele enfrenta Anderson Silva ainda nesse semestre.

A declaração foi feita para o site MMA Fighting após o cartola ser questionado sobre a possibilidade de a revanche nunca ocorrer, já que o falastrão Sonnen jogou aos quatro ventos que o Spider estaria fugindo dele.

- Tentaram fazer essa luta por quatro vezes, mas o Anderson sempre disse não. O desafiei publicamente, e quando você faz isso com um brasileiro, a luta acontece. Mas Anderson Silva não vai brigar comigo. Duvido que sequer ele vá lutar de novo, essa é a minha opinião.

Com a declaração de Dana White, agora é torcer, ou não, para a vitória de Sonnen diante de Bisping, fato que permitiria a tão aguardada revanche em junho, São Paulo, provavelmente no estadio do Pacaembu.

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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Treinadores da Nordeste Champion prometem revelar mais talentos rumo ao UFC

Cinturão do Jungle Fight “tira a zica” de equipe de CiganoKleber Orgulho 450

Com pouco mais de seis anos de existência, a Nordeste/Champion, fruto da parceria entre as academias de Luiz Carlos Dorea (boxe) e Yuri Carlton (jiu-jitsu) já dá o que falar no mundo do MMA.

Acompanhe a página de lutas do R7
Entre os renomados atletas que buscam aperfeiçoar suas técnicas em Salvador estão os consagrados Rodrigo “Minotauro”, Anderson Silva e Demian Maia, alem das “pratas da casa” Junior “Cigano” e Kleber Orgulho, atleta que conquistou o cinturão do Jungle Fight no último sábado (21).

O segredo para o sucesso, de acordo com mestre Yuri, responsável por iniciar Cigano no mundo das artes marciais, é o clima propício ao aprendizado constante entre os alunos, exemplo que deve partir de cima.

- A nossa vantagem e é o que buscamos sempre, é não ter vaidade. Eu não só respeito o trabalho do Dorea, como o admiro demais. E isso reflete entre os meninos, que fazem parte da mesma família.

A vitória de Kleber por nocaute no sábado diante do argentino Emiliano Sordi, além de anotar a conquista do sexto cinturão de MMA em solo nacional para a Nordeste/ Champion, também serviu para levantar a moral do time, que vinha de duas derrotas seguidas.

- Foi para tirar a zica [risos]. Infelizmente perdemos com o Lula no UFC Rio. Ele estava muito bem, mas passou por alguns problemas familiares e acabou levando isso para dentro do octógono. E também perdemos com o Norman Carlton, meu filho, aqui no Jungle Fight. Ele é muito novo, tem 19 anos, mas é tudo uma questão de aprendizado, e ele vai se recuperar rapidamente.

De fato, quem acompanha o trabalho da equipe, e principalmente os resultados, não têm dúvidas de que não só Carlton como as demais promessas de Salvador podem vir a se destacar no cenário mundial das artes marciais mistas.

Não à toa, a experiência de Dorea, que por anos acompanhou Acelino “Popó” e Kelson Carlos em disputas de Box e pelo mundo, é apontada como um dos diferenciais do time.

- Nós temos cerca de 20 atletas de MMA, e, aos poucos, queremos levá-los para eventos maiores até chegar no UFC. A meta é fazer novos campeões mundiais, como Cigano. E vamos, pode ter certeza.
Fonte: r7.com

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Show de música ameaça tirar UFC do Morumbi

Conflito de datas entre atrações pode sacramentar ida do evento de MMA para o Pacaembu
Montagem/ R7
Wanderlei Silva, Anderson Silva, Chael Sonnen e Vitor Belfort são as apostas do UFC para lotar edição no Morumbi

A realização de um show de música pode tirar definitivamente o UFC do Morumbi. Embora espere receber o evento em seu estádio no dia 16 de junho, a diretoria do São Paulo admite que uma empresa de eventos, parceira de longa data do clube, tem preferência para alugar o local por ter feito o pedido primeiro. O show seria realizado no dia nove do mesmo mês.

Acompanhe a página de MMA do R7

Roberto Natel, vice-presidente social e de esportes amadores, responsável pelas negociações, afirmou ao R7 que a empresa de eventos que quer alugar o Morumbi só não assinou o contrato ainda porque o artista do show ainda não está confirmado. É uma prática comum primeiro reservar o local, para somente depois viabilizar a vinda do artista. O dirigente deu para a empresa um prazo de uma semana para se decidir, contando a partir desta segunda-feira (23).

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- Tem um evento que está para fechar no dia nove de junho. Até os organizadores do UFC sabem disso. A gente conversou sobre isso, então tem dois eventos que podem acontecer. Ou esse show ou o UFC. Depende deles próprios. Se o UFC chega aqui e fala que quer fechar amanhã, eu ligo para o outro organizador que entrou primeiro com o pedido e vejo se ele tem interesse. Se ele tem interesse, ele tem que assinar o contrato e fazer o pagamento. Dou um prazo de dois ou três dias. Se não fizer o pagamento, eu fecho com o UFC.

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Apesar da dificuldade, Natel não descarta fechar com os dois eventos. Seria o cenário ideal do ponto de vista financeiro e de visibilidade para o clube, mas a iniciativa esbarra em questões de logística. Como as datas das duas atrações são muito próximas, o problema da montagem e desmontagem da estrutura teria que ser solucionado. A previsão oficial do UFC para este processo em um estádio de futebol, por exemplo, é de 8 dias para montar e 4 para desmontar. Neste caso, seria inviável fazer ambos, apesar do que diz o cartola.

- O UFC não precisa ser descartado, porque há uma possibilidade de fechar os dois. Preciso sentar com as duas organizações, ver as dificuldades e tentar solucionar o problema para tentar ter os dois. É possível. Resta fazer a matemática das instalações para tentar resolver.

Embora ressalte que está à disposição do UFC e tenha muito interesse em receber o evento, a negociação entre o clube e Dana White esfriou depois que foi divulgada pela imprensa a informação de que o Pacaembu poderia ser o destino do maior evento de MMA do planeta. Natel afirma que o estádio público não é seu concorrente e que o São Paulo não fará nenhuma espécie de leilão. Para se ter uma ideia, o Tricolor costuma embolsar R$ 1,2 milhão por um aluguel de dez dias.

- Estamos à disposição do UFC , mas a gente tem um preço fechado, porque temos outros eventos, parceiros que estão sempre fechando eventos aqui. Não seria correto da nossa parte fazer preço diferenciado.

Sobre as suposições de que Anderson Silva, por ser atleta do Corinthians, estaria interferindo nos bastidores para que o evento fosse realizado no Pacaembu, Natel disse que tudo isso não passa de “conversa de botequim”.

- Eu não acredito nisso. Ele hoje é um atleta do Corinthians, mas amanhã pode ser de outra agremiação. Ele será muito bem-vindo no Morumbi. Essas histórias que dizem são conversa de botequim.

O São Paulo não arca com nenhum custo para receber o evento. Se fechar com o UFC, toda a estrutura deve ser providenciada pela organização, inclusive a cobertura do gramado, já prevista na primeira visita que foi feita ao Morumbi. A intenção é usar a capacidade máxima do estádio e ultrapassar o público de 70 mil pessoas, batendo o recorde de 55 mil do UFC 129, no Canadá.

Expectativa e cartel

Programado para o dia 16 de junho deste ano, o evento pode entrar para a história do UFC caso consiga lotar um estádio de futebol. Com dois recordes em mira, de maior público da entidade (55 mil pessoas) e de maior lotação da história do esporte (91 mil fãs, no extinto Pride), os organizadores programaram duas lutas de apelo para o público brasileiro.

Como atração principal, o campeão dos pesos médios (84 kg) Anderson Silva colocará seu cinturão em jogo pela décima vez. Ainda sem oponente definido, a expectativa é de que o falastrão Chael Sonnen seja o adversário e, para isso, precisa vencer o inglês Michael Bisping no próximo dia 28 de janeiro.

Para aumentar ainda mais a visibilidade da edição, Vitor Belfort e Wanderlei Silva farão a revanche da disputa realizada em 1998, no ginásio do Canindé, quando o carioca venceu em meros 40 segundos, para delírio dos presentes.

Belfort manda recado para Wanderlei Silva: “Ele não tem mais queixo para trocar comigo”

Brasileiros vão se enfrentar no "Ultimate Fighting", em junho, em São Paulo
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Apesar de ainda comemorar a vitória sobre Anthony Johnson no UFC Rio 2, Vitor Belfort não perdeu a chance de provocar o seu próximo adversário, Wanderlei Silva. Os dois entrarão no octógono em junho, em São Paulo, quando farão o combate mais importante do Ultimate Fighting, reality show no qual os dois também atuarão como técnicos.

Em entrevista ao jornal “O Globo”, Vitor foi questionado sobre intenção de Silva em agredi-lo com uma trocação de chutes e socos. E não hesitou em mandar um recado para o rival:

- Se ele fizer isso vou arrebentar com ele de novo. Ele não tem mais queixo para trocar comigo. Avisa a ele para mudar de tática ou vai ser nocaute de novo.

Belfort se refere ao nocaute que aplicou em Wanderlei em 1999, quando precisou de apenas 44 segundos para derrubar o compatriota. O lutador ainda “reclamou” do fato de não ter recebido o prêmio de melhor luta da noite:

- Premiaram Edson Baboza com o melhor nocaute e melhor luta. Sacanagem (risos), eu merecia o de melhor combate. Só que se me dessem o prêmio teriam que dar também para o Johnson e o Dana White está muito irritado com ele (o americano não se apresentou com o peso prometido).

Sobre a luta, ele garantiu que jamais perderia para Johnson:

- Ele fingiu que tava partindo com vontade pra cima de mim, mas na verdade ele não tava fazendo nada de perigoso. Um wrestler não vai conseguir me derrubar e me amassar. Não adianta. Vim do Jiu-jitsu. Pode tentar que não vai dar em nada.

  • Fonte: Tudo sobre lutas no R7.com

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

"Os melhores nocautes de 2011"

10. Maurício Shogun x Forrest Griffin (UFC Rio) Em 2011, Maurício Shogun finalmente conseguiu sua revanche sobre Forrest Griffin. Ele havia perdido em sua estreia no UFC, mas deixou a contagem empatada ao partir com fúria para cima do adversário no UFC Rio. Em apenas 1:53, Shogun nocauteou seu adversário com uma sequência avassaladora de socos...

9. Jon Jones x Maurício Shogun (UFC 128) Maurício Shogun perdeu seu cinturão dos meio-pesados para Jon Jones em março. Ele conseguiu levar bem a luta com a sensação Jon Jones, mas no terceiro round abaixou a guarda e não resistiu às joelhadas explosivas e aos socos precisos do adversário...Vote!

8. Sam Stout x Yves Edwards (UFC 131) O canadense Sam Stout não tem muito destaque no mundo do MMA, mas seu combate contra Yves Edwards merece ser lembrado. Logo no primeiro round contra o atleta de Bahamas, Stout soltou um soco poderoso que fez o adversário cair sem poder de reação, forçando o árbitro a interromper o combate...

7. Minotauro x Brendan Schaub (UFC 134) A luta entre Minotauro e Brendan Schaub não valia nenhum cinturão, mas isso não impediu o brasileiro de amassar a cara do adversário. Ele partiu para cima de Schaub com socos poderosos, e o norte-americano caiu indefeso, sem chances de voltar ao combate...

6. Vladimir Matyushenko x Jason Brilz (UFC 129) A luta entre Matyushenko e Brilz foi tão rápida que um espectador desavisado poderia não perceber que o combate já havia terminado. Matyushenko não quis saber de muita coisa além de socar o adversário desde o início e, em 20s, acabou com Brilz...

5. Júnior Cigano x Cain Velasquez (UFC on Fox) A primeira derrota de Cain Velasquez foi amarga. Ele era o campeão dos pesos-pesados do UFC, mas o brasileiro Júnior Cigano mostrou que não estava para brincadeira ao disparar um baita soco de direita na orelha do rival, que esboçou reação mas não conseguiu parar os golpes que vieram depois...

4. John Makdessi x Kyle Watson (UFC 129) Mesmo sendo mais baixo que seu adversário, Makdessi surpreendeu com o jeito de seu nocaute sobre Watson. Ele girou no próprio eixo e mandou um soco com as costas da mão esquerda direto no rosto do adversário. O árbitro interrompeu a luta imediatamente...

3. Cheick Kongo x Pat Barry (UFC Live) O nocaute de Cheick Kongo sobre Pat Barry foi heróico. Ele perdia a luta por larga desvantagem e havia quase sido nocauteado em duas oportunidades, mas resistiu bravamente e conseguiu reunir forças suficientes para socar o adversário até que ele caísse no tablado do octógono...

2.  Lyoto Machida x Randy Couture (UFC 129) Um dos grandes feitos da carreira de Lyoto Machida é aposentar Randy Couture com um nocaute espetacular. No UFC 129, o brasileiro mostrou que também tem habilidade com os pés e desferiu um chutaço no rosto do oponente de 47 anos, no melhor estilo Steven Seagal...

1. Anderson Silva x Vitor Belfort (UFC 126) Uma das lutas mais aguardadas do ano terminou com o melhor nocaute de 2011. Vitor Belfort desafiava Anderson Silva pelo cinturão dos médios, mas o campeão defendeu seu título com maestria. Aos 3:29 do primeiro round, Spider achou o momento exato para desferir um chutaço à la Steven Seagal no rosto de Belfort, que caiu apagado no octógono. Silva ainda deu socos no rival, mas só por dever do ofício, pois o adversário já não tinha mais condições de lutar

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Chute tornado e nocaute na Rússia

Casca Grossa  
Esta aconteceu em evento realizado em Volgograd, na Rússia, chamado League S-70. O combate entre os lutadores locais Alexie Balyaev e Adam Haliev teve momentos de trocas de golpes com extrema eficiência.
Com diversos chutes habilidosos na manga, Haliev logo mostrou a que veio. Após alguns giratórios e coberturas (axe kicks), nocauteou o oponente com um 'chute tornado' (tornado kick) no queixo, executado com perfeição após giro/finta de 360º. Típico das artes marciais em pé, o golpe é usado com mais frequência no taekwondo e capoeira.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

"Os reis do MMA da história"

A evolução do MMA é rica em detalhes e repleta de mudanças significativas. O conceito básico do Vale-Tudo, aos poucos, foi lapidado e chegou até o das artes marciais mistas, um esporte profissional. A modalidade ganhou o mundo pra valer a partir de 1993, com a realização do primeiro UFC. De lá para cá, obviamente, muitos nomes estiveram em destaque. Vamos analisar de forma genérica os que se destacaram por mais tempo em cada época.

1993/1994 - Royce Gracie - nos primórdios da 'internacionalização' da modalidade, o brasileiro representante da família mais tradicional de lutadores do mundo reinou pra valer no octógono e venceu as edições 1, 2 e 4 do UFC.

1995 - Marco Ruas - o carioca foi vencedor do UFC 7 e estabeleceu novo padrão de luta ao misturar estilos em uma época em que isso era quase heresia. Seu lema é "se você soca e chuta, eu agarro. Se você agarra, eu soco e chuto".


1996/1997 - Mark Coleman - o jiu-jitsu era dominante, mas os wrestlers norte-americanos adaptaram o estilo da modalidade de origem, mudaram o jogo com padrão de luta mais rústico, agressivo e eficiente. Mark Coleman foi um dos grandes destaques da época, com títulos das edições 10 e 11.


2000 - Kazushi Sakuraba - Os eventos no Japão começavam a ganhar força e o lutador mais carismático do país dava os primeiros passos rumo ao estrelato que se manteria nos anos seguintes, com vitórias contundentes sobre os membros da família Gracie e outros atletas de ponta.


2001 - Wanderlei Silva - o curitibano apelidado de 'cachorro louco' foi o grande destaque do ano, com a conquista do primeiro cinturão dos pesos médios do Pride. Wand manteria as atuações de destaque durante os próximos anos até a extinção da organização asiática e a consequente entrada para o UFC, onde está até hoje.
 
 
2002 - Rodrigo Minotauro - foi o início dos 'anos de ouro' na carreira do brasileiro, com lutas e finalizações sobre 'monstros' da época e até hoje lembradas pelos fãs como clássicos absolutos do esporte.
 
 
2003/2004 - Fedor Emelianenko - a grande lenda russa do MMA teve inúmeros momentos de glória no Pride e ganhou fama de 'invencível' com atuações sólidas e nocautes fantásticos sobre os maiores nomes da época.
 
 
 2005 - Maurício Shogun Rua - considerado o grande prodígio brasileiro da época, aos 23 anos Shogun venceu uma sequência duríssima de oponentes de renome, como Rampage Jackson, Rogério Minotouro Nogueira, Alistair Overeem e Ricardo Arona. Com o feito, se tornou campeão do GP dos médios do Pride, considerado até hoje uma dos torneios mais 'casca-grossa' da história do esporte.
 
 
2006/2010 - Anderson Silva - O Spider faturou o título dos médios no UFC em 2006, e até hoje o mantém com maestria e soberano na categoria. Está invicto há 14 lutas no Ultimate. É considerado o lutador mais perfeito do mundo nos rankings pound for pound (independentes de peso).
 
 
2011 - Jon Jones - campeão mais jovem do UFC desde a incorporação das categorias de peso, Jones, aos 24 anos, já é referência do esporte e encabeça a nova geração de lutadores. Em 2011, faturou o cinturão da categoria e atestou a superioridade com mais três vitórias convincentes.
 
Fonte Yahoo.com

sábado, 24 de dezembro de 2011

"Os maiores campeões do UFC"

Lutadores para a história


Dois brasileiros são listados entre os maiores
campeões do UFC, o principal torneio de MMA
do mundo. O site 'Bleacher Report' fez uma relação
para mostrar os grandes atletas do evento,
aproveitando a entrada de Jon Jones no seleto
grupo. Veja quem foram os eleitos nas próximas
páginas e quais os brasileiros que ficarão para sempre na história do MMA.

1 - Anderson Silva

O brasileiro é imbatível no UFC. Ele conquistou o
cinturão no UFC 64 ao nocautear Rich Franklin,
em outubro de 2006. De lá para cá, foram nove
defesas de cinturão, um recorde, e e maioria delas
sem passar sufoco. Hoje, é difícil encontrar alguém
capaz de superar o 'Aranha' na categoria médio.

2 - Georges St-Pierre
Foi campeão dos meio-médios em duas oportunidades.
Na primeira, em novembro de 2006, não ficou mais de seis
meses com o título. Na segunda, em abril de 2008, no UFC 83,
não mais o perdeu. De lá para cá, o lutador canadense defendeu o cinturão em seis oportunidades. Por isso,
já foi até cogitada uma luta de Georges St-Pierre contra o brasileiro Anderson Silva.

3 - Randy Couture

 Randy Couture é outro lutador que foi campeão em duas categorias
diferentes. Na pesado, faturou o primeiro cinturão em 1997 contra
Maurice Smith. Após ser destituído, recuperou o título em novembro de
2000 contra Kevin Randleman. Ele venceu o brasileiro Pedro Rizzo
duas vezes, mas acabou nocauteado por Josh Barnett em março de
2002. Ele voltou a ser campeão no UFC 68, ganhando de Tim Sylvia,
mas, em sua primeira defesa de título, foi nocauteado por Brock
Lesnar. Entre os meio-pesados, sagrou-se campeão em setembro de
2003 em luta contra Tito Ortiz. Perdeu o cinturão para Vitor Belfort em
janeiro de 2004, mas o recuperou em uma revanche em oito meses depois.

4 - Matt Hughes
Ele ganhou o título pela primeira vez ao nocautear
Carlos Newton em novembro de 2001, no UFC
34. Defendeu o título cinco vezes até perdê-lo para
B.J. Penn. Após Penn ser destituído, ele entrou em
nova disputa de título e faturou o cinturãou ao
finalizar Georges St-Pierre em outubro de 2004.
Venceu mais duas lutas e perdeu o título em uma
revanche de Gerorges St-Pierre, sendo nocauteado.

5 - Chuck Liddell
O norte-americano conquistou o título no UFC 52,
em abril de 2005, ao nocautear Randy Couture. Ele
defendeu o cinturão quatro vezes, inclusive em uma
revanche contra Couture, e só o perdeu para
Quinton Rampage Jackson em maio de 2007, no
UFC 71.

6 - Frank Shamrock
O atleta norte-americano foi o primeiro campeão da categoria meio-
médio, em dezembro de 1997, ao finalizar Kevin Jackson.
Ele venceu mais quatro lutas e decidiu se aposentar em novembro
de 1999.

7 - B.J. Penn
Ele foi campeão em duas categorias diferentes do
UFC. A primeira foi a meio-médio, em que finalizou
Matt Hughes no UFC 46, em janeiro de 2004. Na
categoria leve, B.J. Penn conquistou o cinturão no
UFC 80, em janeiro de 2008, em luta contra Joe
Stevenson. Após defender o título três vezes,
perdeu para Frank Edgar, em abril de 2010, no UFC 112.

8 - Tito Ortiz
Ele conquistou o cinturão dos meio-pesados ao
vencer o brasileiro Wanderlei Silva no UFC 25.
Depois, defendeu o título em cinco oportunidades e
só o perdeu para Randy Couture no UFC 44. Ele
se manteve como campeão entre abril de 2000 e
setembro de 2003.

9 - Royce Gracie
O site 'Bleacher Report' usou mais uma vez o
seguinte argumento para descrever o primeiro
campeão do UFC: 'O que é uma lista sem o
primeiro campeão da história?'. O brasileiro foi o
vencedor de três dos primeiros quatro torneios.

10 - Jon Jones
O norte-americano conquistou o cinturão neste ano
ao nocautear o brasileiro Maurício Shogun Rua.
Depois disso, defendeu o título mais duas vezes,
vencendo dois ex-campeões por finalização.
Primeiro, veio Quinton Rampage Jackson e, depois,
o brasileiro Lyoto Machida. Hoje, é difícil apontar
algum lutador capaz de vencer Jon Jones, embora a categoria meio-pesado seja uma das mais concorridas

domingo, 27 de novembro de 2011

Anderson Silva ignora provocações de Sonnen e nega luta contra americano


Anderson Silva ignorou as provocações de Chael Sonnen e não quis comentar sobre uma possível revanche contra o lutador norte-americano pelo título dos médios (84kg) do UFC.

Anderson Silva, que prestigiou o lançamento de um documentário sobre o amigo Ronaldo, nesta sexta-feira (25), em São Paulo, afirmou que está ansioso para voltar a lutar, mas diz desconhecer as provocações de Sonnem.

- Não sei nada sobre luta com ele. Volto a lutar só no ano que vem, a expectativa é boa, mas não tem nada marcado com ele.

Para provocar o rival a lhe dar uma revanche, Sonnen apelou até para a rivalidade entre Corinthians, que patrocina Anderson Silva, e Palmeiras, que já sinalizou interesse em dar apoio ao americano.
No Twitter, Sonnem afirmou que usará a camisa do Palmeiras, caso tenha atendida a vontade de enfrentar novamente Anderson Silva no UFC, pelo cinturão dos médios (até 84kg).

- Não tem rivalidade nenhum [entre Corinthians e Palmeiras], nem essa coisa de camisa. E não tem luta também.

No primeiro confronto entre os dois, Sonnen dominou o combate, mas acabou finalizado por Anderson Silva nos minutos finais da luta. Após o combate, exame de urina constatou que o norte-americano estava dopado.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Maldonado promete “massacrar búlgaro” no próximo UFC Rio e desafiar americano ex-campeão

Brasileiro duela com Stanislav Nedekov, lutador que estragou a festa brasileira em agosto
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Confirmado na última segunda-feira (14) como um dos atletas que representarão o escrete nacional no octógono da segunda edição do UFC no Rio, Fábio Maldonado encara o invicto búlgaro Stanislav Nedkov, aquele mesmo que estragou a festa brasileira em agosto último ao nocautear Luíz “Banha”, ainda no 1º round. 


O combate representa o retorno de Maldonado aos ringues do país após dois combates no UFC, e, vindo de derrota para Kyle Kingsbury em junho passado, o atleta sabe que uma vitória é importante para seguir firme no caminho rumo ao cinturão da categoria mais equilibrada do MMA mundial, a dos meio-pesados (93 kg). 

Para isso, nada melhor do que uma vitória ao seu estilo, com muita troca de golpes em pé, sangue e suor, características que somadas à sua fala eloquente e sincera o transformaram em um dos atletas mais carismáticos do país. 

- Tenho que fazer o compromisso, bater no cara. Vou bater muito nele, massacrar mesmo, machucar esse búlgaro. Sei que ele é duro, bate forte, mas tenho mais bagagem do que ele. È defender as quedas e bater em pé, não tem segredo. 

O excesso de confiança expresso constantemente em entrevistas tem fundamento. Com uma carreira no boxe profissional com 22 vitórias por nocaute em 22 apresentações, Maldonado, como ele mesmo define, é “um boxeador que pegou a manha do MMA”. 

Experiência que o acompanha em todas suas lutas, e que rendem diversos “convites de luxo”, como, por exemplo, ajudar nos treinos de Minotauro para o último UFC no Rio ou até mesmo para ser o sparing principal de Júnior Cigano para o duelo que o consagrou o novo número um dos pesos pesados contra Cain Velasquez. 

Acostumado a não fugir de desafios, o lutador prometeu que, vencendo, vai pedir por um confronto aguardo há anos, contra o ex-campeão Quinton “Rampage” Jackson. 

- Eu já me dei mal por falar demais. Disse que lutaria com o Jon Jones e acabei perdendo para o Kingsbury. Sei que estava doente e lutei mal, mas isso não é desculpa. Mas posso garantir que, vencendo esse búlgaro, vou pedir pelo Quinton Jackson. Serão dois boxeadores com luvas de MMA, quem não quer ver isso? 
FONTE: R7.com

"Cigano bate recorde pessoal com vitória em apenas 50 segundos; assista"



Peso pesado brasileiro venceu Eduardo Maiorino em 2006, em duelo realizado em Campinas


Em pouco mais de cinco anos dedicados ao MMA, o peso pesado brasileiro Júnior “Cigano” conquistou o que muitos não chegam nem perto: o topo do esporte. 

A vitória por nocaute em meros 64 segundos sobre Cain Velasquez no UFC on Fox, evento realizado no último sábado (12), garantiu o inédito cinturão da categoria para o Brasil, já que Rodrigo Minotauro conquistou o título interino ao bater Tim Sylvia. 

Curiosamente, rápidas vitórias acompanham Cigano desde o início e ditam o ritmo de sua carreira, tanto que das 14 vitórias conquistadas, apenas duas foram por decisão dos juízes. Mas qual delas foi a mais rápida? 

Para responder essa pergunta, o R7 selecionou o triunfo do catarinense sobre Eduardo Maiorino, em 2006, na quinta edição do evento Minotauro Fights 5.

Ainda iniciando nos fortes treinos de boxe na academia Champion, em Salvador, o atleta buscava vencer os rivais no chão, fruto de um jiu-jitsu apurado pelo mestre Yuri Carlton. O bastante para Maiorino, que não passou dos 50 segundos diante do agora atual campeão do UFC.

Veja o combate na íntegra


FONTE: R7.com

domingo, 13 de novembro de 2011

Cigano detona Velásquez em 64 segundos e fatura cinturão peso pesado do UFC


Coisas dos esportes de combate. A diferença entre peso pesado e peso 'morto' pode estar guardada em apenas um soco.
O brasileiro Júnior Cigano dos Santos levou o trocadilho -  um tanto infame - ao pé da letra e demoliu o então campeão Cain Velásquez, com vitória fulminante e desenhada em exatos 64 segundos, na disputa pelo cinturão da categoria, ontem, na primeira edição do UFC on FOX,  realizada em Los Angeles (EUA).
Com o novo título, o Brasil agora tem três cinturões do Ultimate: os outros dois estão em posse do peso médio (até 84kg) Anderson Silva e do pena (até 66kg) José Aldo Júnior.
A luta começou com Velásquez ditando o ritmo. O norte-americano/mexicano aplicou alguns low kicks (chutes nas pernas) que desequilibraram o brasileiro. Cigano esbanjava confiança e chegou a baixar a guarda pra esquiver de uma tentativa de soco do adversário.
Aos exatos 64 segundos, Cigano colocou um jab com a esquerda e emendou um cruzado aberto (swing ou overhand) de direita que acertou como uma bomba a lateral da cabeça de Velásquez e o mandou ao solo grogue. O castigo de Cigano continou no chão com mais socos, até o juiz interromper o combate para decretar o nocaute técnico e o título
"Não tenho palavras. É o melhor dia da minha vida. Quero agradecer minha equipe e minha família. Velásquez foi o cara mais difícil com quem já lutei. Não estava 100% para esta luta (em alusão ao machucado no joelho adquirido durante os treinamentos e que por pouco não o tirou do compromisso), estava com medo", disse Cigano, totalmente emocionado, após o combate.
Outro lutão - Ben Henderson e Clay Guida fizeram combate eletrizante pelos leves (até 70kg). Repleto de quedas, golpes de efeito, inversões e tentativas de finalizações, foram três rounds equilibrados em que qualquer vacilo determinaria o vencedor. No fim, Henderson impôs mais o volume de luta e levou a melhor na decisão unânime. A vitória o credencia como próximo desafiante ao título da categoria, atualmente em posse de Frankie Edgar.
Card principal
Júnior Cigano
 nocauteou Cain Velásquez
Card preliminarBen Henderson venceu Clay Guida na decisão unânime dos juízes
Dustin Poirier finalizou Pablo Garza com um triângulo de mão a 1min32s do 2R;
Ricardo Lamas finalizou Cub Swanson com um kata-gatame a 2min16s do 2R;
DaMarques Johnson nocauteou Clay Harvison
Darren Uyenoyama venceu Kid Yamamoto na decisão unânime
Robert Peralta venceu Mackens Semerzier por nocaute técnico
Alex Caceres venceu Cole Escovedo na decisão unânime
Mike Pierce venceu Paul Bradley na decisão dividida
Aaron Rosa venceu Matt Lucas na decisão majoritária

sábado, 12 de novembro de 2011

Duelo de brutamontes no UFC define o próximo desafiante ao cinturão dos pesos pesados Brock Lesnar e Alistair Overeem disputam a chance de chegar ao topo do MMA mundial

Alistair Overrem (à esquerda) e Brock Lesnar duelam no UFC 140, no dia 30 de dezembro, nos EUA
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Programado para 30 de dezembro, o duelo entre os brutamontes Brock Lesnar e Alistair Overeem definirá o próximo desafiante ao cinturão dos pesos pesados do UFC, que será disputado neste sábado (12) entre o brasileiro Junior Cigano e Cain Velasquez. 

A confirmação do contender, feita através de comunicado oficial na última semana, já era apontada como certa pelos especialistas, que enxergam em Overeem um grande desafio para os pesados do evento. 

- Brock Lesnar está 110% saudável e pronto para recuperar o cinturão. Ele pediu pelo adversário mais difícil, e não há dúvidas de que Alistair Overeem se encaixa nessa descrição. 

O gigante holandês deu o que falar durante ao ano ao unificar os cinturões do Dream, Strikeforce e K-1, além de eliminar o brasileiro Fabrício Werdum na primeira fase do GP do Strikeforce. 

E, para fechar bem o ano, depois da troca de evento, trocou de academia, time e empresário, além de processá-los. 

- Ele foi campeão em outras organizações e veio para o UFC enfrentar os melhores do mundo. Ele quer mostrar a todos que é o número 1 do esporte. Essa luta será perfeita para terminar o ano. 
FONTE: R7.com

Campeão dos pesados, Cain Velasquez coloca invencibilidade em jogo neste sábado


Americano rival de Cigano no UFC diz que se sente “azarão" para duelo com brasileiro

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Cain Velasquez (foto) encara Júnior Cigano neste sábado (12) em duelo válido pelo cinturão dos pesos pesados

“A melhor luta de todos os tempos”. Assim Dana White, presidente do UFC, descreve o embate entre Cain Velasquez e o brasileiro Junior dos Santos pelo título dos pesados pesados, que ocorre neste sábado (12), na Califórnia (EUA). 

Sabendo da enorme pressão de colocar sua invencibilidade em jogo diante do fenômeno brasileiro, Velasquez afirmou ao site MMA Junkie que, apesar de favorito nas bolsas de apostas, se sente a “zebra” da vez diante de Cigano. 

- Em cada vez que vou lutar eu me sinto o azarão. É assim que eu me sinto em cada combate, que sou a “zebra” e que preciso ter mais vontade do que meu adversário. 

Afastado do octógono desde outubro de 2010, quando nocauteou Brock Lesnar no primeiro round, Cain Velasquez desconversa sobre a possibilidade do tempo parado diminuir seu condicionamento para o combate ou aumentar a pressão por um bom resultado. 

- Realmente, não penso muito sobre isso. Para mim, é tudo sobre a luta e da formação. Faço meu dever com o melhor das minhas habilidades. Não fico sobrecarregado com isso, é parte do trabalho,. Então, porque me preocupar? 

Afirmando que terá de lutar de forma mais inteligente diante do veloz oponente, o americano filho de mexicanos fez questão de pregar respeito ao brasileiro que está invicto no evento e, ao seu lado, possui o melhor índice da categoria. 

- Ele é muito rápido e mantém as mãos na posição correta toda vez. Ele tem uma ótima defesa. Acho que vamos fazer tudo. Ele tem boa defesa de quedas, e quando está no chão se levanta muito bem. Então, estou preparado para lutar em pé. 
FONTE:R7.com

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

UFC confirma “velhos conhecidos” dos fãs brasileiros para nova edição no Rio.

Thiago Tavares e Edson Barboza retornam ao palco de agosto, no Rio de Janeiro.


Edson Barboza (à esquerda) e Thiago Tavares farão parte do card rpincipal do UFC Rio II, em janeiro
 À exemplo da edição de agosto de 2011, o UFC foca na participação de atletas brasileiros para o novo evento em terras cariocas. E, para isso, aposta em alguns “velhos conhecidos” de nossos fãs.

Tanto que para a edição do dia 14 de janeiro, além de Zé Aldo e Vitor Belfort, Thiago Tavares e Edson Barboza foram confirmados pela organização nesta terça-feira (8) para fazerem parte do card principal.

O detalhe é que tanto Thiaguinho como Edson, além de competirem entre os pesos leves (70 kg), também lutaram no Rio em agosto, e venceram Spencer Fisher e Ross Pearson respectivamente, levando s 16 mil presentes à loucura.

Para janeiro, porém, seus rivais serão Terry Etim e Sam Stout. O inglês Etim, adversário de Edson, já fez nove combates na organização, com apenas três derrotas, duas delas para brasileiros (Tibau e Dos Anjos).

Por sua vez, Stout, que possui 17 vitórias e seis derrotas, encara um embalado Thiago, que busca se firmar entre os principais nomes da categoria.

Qual a melhor tática para Cigano vencer Cain Velásquez?

Teorizar aspectos técnicos entre pesos pesados nem sempre é tarefa fácil ou coerente. Mas como o desafio entre o norte-americano Cain Velásquez e o brasileiro Júnior Cigano dos Santos de sábado (12), no UFC on FOX, é tratado como a maior disputa da categoria da história do Ultimate, vale a pena tentar esmiuçar as diversas características que podem aparecer no combate.

Desafiante da vez, Cigano terá a missão de tomar o título do campeão Velásquez. Para isso, certamente precisará se esmerar nos aspectos envolvidos no esporte e trazer algum diferencial. Abaixo, confira algumas possibilidades que podem ser usadas pelo lutador catarinense radicado na Bahia.

Boxe, boxe, boxe
O estilo do brasileiro é uma mescla interessante entre o visceral e o elegante. O pugilismo é o carro-chefe, e a marca registrada é o uppercut (soco debaixo para cima) de direita, que surpreende por ser usado tanto na curta distância, como também em deslocamento. O soco direto na linha de cintura também é usado com frequência, tanto para garantir distâncias quanto para minar o adversário.
Se o assunto é acumular danos no adversário, a última apresentação no octógono (vitória sobre Shane Carwin, no UFC 131, em junho deste ano) foi prova disso. Mesmo sem ser um jabeador nato e preferir mais os golpes de carga, Cigano se mostrou racional nas trocas de golpes e teve a calma necessária para não se expor em demasia. Ponto para a versatilidade.

O chão inusitado
As habilidades de chão do brasileiro ainda não foram colocadas realmente à prova no UFC. Mas parceiros de treino como os irmãos Nogueira garantem que o padrão de jiu-jitsu (Cigano é faixa marrom na modalidade) está sempre em dia e pronto para surpreender.

Contragolpes
Neste caso, conter as investidas do mais que agressivo Velásquez deve ser inevitável, além de aspecto totalmente calculado em diversos sentidos. Se o norte-americano optar pela tática de neutralizar habilidades do brasileiro com clinches e quedas - características que realmente domina com boa vantagem sobre o adversário -, o timing de defesa de Cigano terá de ser milimétrico para evitar ser derrubado, ou mesmo não perder o controle e seguir na execução de golpes em ângulos diversos.
No caso dos socos, chutes, joelhadas e cotoveladas, é mais difícil modificar a natureza ofensiva do brasileiro. Mas contra-ataques bem treinados, que funcionam já como marcas registradas e aproveitam sua explosão característica, não faltam.

A questão do ritmo
Talvez a mais arriscada para Cigano. Ditar o ritmo forte o tempo todo pode não ser uma boa contra Velásquez. O campeão não se enquadra no usual da categoria e, comprovadamente, é o peso pesado com preparo físico mais sólido e perfeito do UFC.
Teoricamente, tem cardio diferenciado e que não cai de produção com o passar dos rounds (comum em atletas com mais de 100kg). Mas o campeão também nunca disputou cinco rounds completos na carreira, e está há mais de um ano afastado das competições em virtude de lesão. Vai saber.

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domingo, 6 de novembro de 2011

"Atletas tavorense com novos desafios"

E Q U I P E   C S V T - K  A  R  A  T  E

      Equipe Tavorense com novo compromisso marcado, e desta vez é no estado de São Paulo na cidade de Ourinhos. Representando a Cidade de Joaquim Távora e a Associação Acerta,
os caratecas estarão participando da 17ª Copa Ourinhos de Karatê, no dia 20 de novembro.
Agradecemos o apoio da Prefeitura municipal de Joaquim Távora assim representada na pessoa do Sr Claudio Revelino pelo apoio e por acreditar em nosso trabalho pois é só com o reconhecimento e apoio que conseguimos tantas conquistas, finaliza Celio Santos responsável Técnico da Equipe CSVT Tavorense.