KARATE - K1 - KICKBOXING - SUBMISSION - MMA

sábado, 2 de julho de 2011

"Vai que é tua Wanderlei. Atropela esse Chris Leben!"


As aposta no retorno triunfante do ex-campeão do extinto evento Pride
A sim! É hoje que nosso querido Wanderlei Silva, o “Cachorro Louco”, volta ao octógono depois de ficar quase 17 meses sem lutar, desde que operou o joelho após dar aquela surra no Michael Bisping, no UFC 110.

Magrinho, Wandeco cravou o limite dos pesos-médios (84 kg) na pesagem oficial - bem abaixo dos 102 kg com que costuma surrar os japoneses no extinto evento Pride - e prometeu cair para dentro do americano Chris Leben neste sábado (2), no UFC 132, que, diga-se de passagem, tem um estilo bem parecido com o do brasileiro.

Sinceramente, este duelo está com cheiro de melhor luta e melhor nocaute da noite. Acreditem, não consigo imaginar esta luta indo para decisão dos juízes, muito menos uma disputa monótona. E vale lembrar que Wanderlei está mais afiado do que nunca no muay thai treinando com Rafael Cordeiro e Maurício Shogun.

E por falar em veteranos lendários do MMA, Tito Ortiz, que não vence uma luta há quase cinco anos, terá sua ultima chance de permanecer no UFC contra o compatriota Ryan Bader. Tudo leva acrer que ele deve “ser aposentado” em breve pelo chefão Dana White, que, inclusive, já o indicou para o Hall da Fama do UFC.

Seu rival, que tem apenas uma derrota na carreira, tenta reconstruir seu caminho rumo ao cinturão dos meio-pesados (93 kg), interrompido pelo atual campeão Jon Jones, com a velha máxima: bater uma lenda para tentar se tornar uma.

Mas, na boa, essa luta não deve ser muito empolgante. Dois wrestlers que PRECISAM vencer. Aí já viu. Clinche na grade, quedas em busca de pontos e antijogo com ground and pound para inglês ver.

Para terminar os meus palpites, também vou opinar sobre o duelo principal da noite, que marcará a primeira disputa de cinturão dos pesos-galos (61 kg) da organização colocando os americanos Dominick Cruz e Urijah Faber frente a frente em uma revanche de tirar o fôlego.

Como Faber venceu a primeira, e Dominick está invicto nesta categoria de peso, fica difícil imaginar um resultado exato. A única certeza mesmo é o show de movimentação que os atletas darão.

Wanderlei Silva (BRA) x Chris Leben (EUA)
Olha, não vejo como o Leben se sair bem dessa. As qualidades dele são as mesmas do Wandeco, mas em menor escala. Por isso, fica fácil prever: show do brasileiro em luta histórica, que marcará o retorno do "Cachorro Louco".

Previsão do Montanha: Wanderlei Silva nocauteia no segundo round.

Dominick Cruz (EUA) x Urijah Faber (EUA)
Sem saber o que é derrota há quatro anos, Cruz deverá sentir o gosto novamente, e pior, para o mesmo rival. Faber é mais forte e técnico no chão, fruto dos treinos com o mestre Fábio Prado. Portanto, vai passar o carro.

Previsão do Montanha: Faber finaliza no terceiro round e agradece ao mestre Fábio “Pateta” Prado

Tito Ortiz (EUA) x Ryan Bader (EUA)
Olha, vou sentir falta do Tito. Sempre gostei das suas lutas, mas tenho que admitir que ele não é mais um top e, neste caso, o UFC vai preferir demití-lo após nova derrota. De consolo fica a promessa de uma vaga no Hall da Fama do evento.

FONTE: R7.com

quinta-feira, 30 de junho de 2011

"O MAIOR EVENTO DE LUTAS DO NORTE DO PARANA"

Está chegando a 9ª Edição do G1 Open Fight.
Evento este que veio pra ficar, pois, tem conquistado seu espaço no cenário de Lutas de K1 e MMA, sendo considerado O Maior Evento de Lutas do Norte do Paraná.
"Estamos dando sangue para dar continuidade neste Evento que já se tornou grande e é da nossa região, hoje somos bem vistos nos grandes centros devido a populariedade do G1 e estamos levando nossos atletas Célio Santos, Julio Bilik, Miguel Angelo Gentilini, Alexandre Oliveira, Corujinha de SAP e outros a se destacarem em eventos aqui no Paraná e em outros estados." comenta o Diretor do Evento Danilo Godoi Gentilini.
O evento está crescendo e a Equipe também, nesta 9ª Edição o público presente irá ver as novas revelações da Equipe Gentilini Fighters de Quatiguá comandada pelo sensei Danilo Gentilini e da Equipe CSVT de Joaquim Tavora do sensei Célio Santos.
O evento teré um Card de 16 lutas, sendo uma luta Feminina.
Dia 16 de julho de 2011, no Ginásio de Esportes de Quatigá-Pr.
A partir das 20:00hrs, Ingressos ja estão à venda.
Arquibancadas R$ 10,00 + 01 Kilo de Alimento Não Perecível.
Cadeiras Vip R$ 20,00 + 01 Kilo de Alimento Não Perecível.
G1 Open Fight 9ª Ediçao

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Clipe da VI Copa Striker´s House

Lutas da VI Copa Striker´s House.
revista@primeiroround.com.br .



Fonte: primeiroround.com.br

"Fernando Duarte, Antonuce e Lorinho fazem super lutas em Apucarana"

MMA

O atleta curitibano Fernando Duarte, radicado no Mato Grosso do Sul e representando a Equipe Chute Boxe Baln. Camboriú - Mestre Pica-Pau, faz a luta principal do Adrenaline Fight contra o também paranaense, da equipe PRVT comandada pelo professor Paraná, Antonuce Conceição.

O evento será em Apucarana no dia 09 de julho e terá também a participação do curitibano Loirinho (Killer Bees) contra Rodrigo Hulk. Na outra super luta do evento, Midnight enfrenta Patrick.

Os valores dos ingressos são:

1º Lote Arquibancada - R$ 15,00

Cadeiras - R$ 30,00

Área Vip - R$ 70,00 (inclui refrigerante e mesa de frios)

"Escalado para o UFC Rio, Erick Silva promete “partir para o nocaute”

Brasileiro encara o experiente americano Mike Swick no UFC Rio, no dia 27 de agosto
Erick Silva (à esquerda) comemora a conquista do cinturão do Jungle Fight com o treinador Distak

Os fãs mais entusiastas de MMA afirmam com absoluta certeza que o esporte ainda será o número um no país, superando até mesmo o futebol, tido como paixão nacional.

Embora tal realidade pareça absurdamente longínqua, pelo menos no estado do Espírito Santo o cenário começa a mudar.

Sem tradição no futebol, o estado terá, no dia 27 de agosto, um representante legítimo no UFC, maior competição do mundo da modalidade. Erick Silva, o atleta em questão, engrossa o discurso.

- Concordo, com certeza. No Espírito Santo, o pessoal precisava de um atleta que representasse o estado. Veio em boa hora este contrato.

Companheiro de equipe dos astros Rodrigo Minotauro, Anderson Silva e Rafael Feijão, o promissor lutador encara o duro Mike Swick no UFC Rio, no dia 27 de agosto, e promete “partir para trocação” com o experiente americano.

- Posso anular o jogo dele, vou para nocautear, sim. Tenho muay thai para isso e vou partir para a trocação.

Revelado pelo Jungle Fight, o atleta aproveitou a passagem em sua cidade natal, Vila Velha, onde inaugurou sua academia, para acompanhar de perto alguns amigos que lutavam na 29ª edição do evento, realizado no último fim de semana (25).
Fonte: R7.com

"Treinador de boxe de feras do MMA diz que esporte "nunca pagará os milhões do Pacquiao"

Ulysses Pereira já treinou nomes como Popó, Belfort, Wanderlei Silva e Maurício Shogun

Ulysses exibe, orgulhoso, dois dos títulos que conquistou com Acelino Popó

Um dos principais treinadores de boxe no Brasil, com passagens pela seleção olímpica, o paraense Ulysses Pereira já treinou, inclusive, o quatro vezes campeão do mundo Acelino “Popó” Freitas, sobre quem não cansa de dizer que trabalhou junto em três destas grandes conquistas da modalidade para o país.

Acompanhando o momento atual de queda de popularidade do esporte, em contrapartida com o rápido crescimento do MMA junto à mídia, Ulysses, assim como diversos treinadores de ponta das mais variadas artes marciais, também comanda a preparação de atletas do antigo vale-tudo.

- Já que é uma mistura de artes marciais (MMA), os atletas precisam de treinadores qualificados em todas as áreas, como eu, Dorea, e Distak no boxe, por exemplo. Comecei no MMA com o Vitor Belfort, mas depois trabalhei com o Wanderlei Silva, Shogun, Cris Cyborg, Lyoto Machida, entre outros.

Morando em Belém, onde coordena os treinos de mais de 300 alunos entre profissionais, amadores e apenas praticantes, o técnico, que acompanha de perto a realidade dos dois esportes, foge do discurso padrão e alfineta os amantes incondicionais da mistura de artes marciais.

- Muita gente fala que o MMA está tomando o espaço do boxe, mas isso é errado. O MMA está ganhando seu próprio espaço. No boxe profissional você vê lutadores ganhando até US$ 20 milhões, como o Many Pacquiao, coisa que o MMA nunca vai pagar, pode ter certeza.

Aproveitando a passagem de Ulysses no Espírito Santo no último fim de semana (25) para acompanhar a luta de Illiarde Santos no Jungle Fight, o treinador conversou com exclusividade com o R7. Leia a seguir.

R7 – Ulysses, como você passou a treinar atletas de MMA?
Ulysses - Minha carreira no MMA começou quando eu treinei o Vitor Belfort, que inclusive foi campeão do UFC em cima do Randy Couture quando estava comigo. Depois veio o Wanderlei Silva, Maurício Shogun, Cris Cyborg, Evangelista Cyborg, Daniel Acácio, entre outros. Agora estou em Belém, onde já treinei o próprio Lyoto Machida. Mas que fique claro, sou um professor de boxe, e não de MMA. Sou contratado para afiar as mãos dos atletas para o MMA.

R7 – Qual a diferença do treinamento de boxe para o MMA e de boxe profissional?
Ulysses - Trabalho com outras combinações de golpes. A distância também é outra, além da forma de movimentação. No MMA não se pode abrir espaço para ser colocado para baixo ou tomar um chute. Então, há diferença técnica e tática. No MMA, eu trabalho até mesmo a forma de bater no ground and Pound. São diferenças mínimas, mas que fazem a diferença.

R7 – Você vê muita dificuldade em treinar um atleta com origens em outras modalidades, como o jiu-jitsu, ao invés de um boxeador puro?
Ulysses - Não. Trabalhei com alguns lutadores de jiu-jitsu, inclusive com o André Galvão, que é muito bom e campeão mundial. Por incrível que pareça, a inteligência que ele desenvolve no jogo de chão, ele também desenvolve para o boxe. Ele trabalhava muito bem comigo, e espero treinarmos juntos de novo.

R7 – Hoje, morando em Belém, quantos atletas você treina?
Ulysses – Treino mais de 300 lutadores entre atletas de MMA, boxe olímpico e profissional. Só no meu projeto social eu tenho 80. Também treino lutadores de muay thai e jiu-jitsu, cada um com a sua qualidade e sua necessidade.

R7 – E no MMA, quem são os seus principais atletas?
Ulysses - Na minha academia tenho o Illiarde Santos, que vem despontando no Jungle Fight, o Paulão, o Breno, Bira, que é um peso pesado bem forte, entre outros. São muitos, mas a dificuldade é a distância que essa garotada enfrenta para lutar em eventos de maior visibilidade.

R7 – Como você vê o cenário de atletas no Pará?
Ulysses – Temos muitos atletas de ponta como o Yuri Marajó, Sapo, Lyoto, Queixinho, Michel Trator, enfim, são vários, o Pará é um celeiro de grandes lutadores de MMA. Se tivéssemos um pouco mais de apoio, o Pará iria revelar muitos mais atletas de ponta.

R7 – Você acha que a tendência é que os treinadores de boxe também migrem para o MMA?
Ulysses - A tendência é crescer. Muita gente fala que o MMA está tomando o espaço do boxe, mas isso é errado. O MMA está conquistando seu próprio espaço. O boxe é milenar, uma das modalidades mais antigas nas Olimpíadas, essa comparação nem deveria ser feita. No boxe profissional você vê lutadores ganhando até US$ 20 milhões, como o Many Pacquiao, coisa que o MMA nunca vai pagar, pode ter certeza. Nós, treinadores, temos a obrigação e buscamos a evolução sempre. Já que é a mistura de artes marciais, os atletas precisam de treinadores qualificados em todas as áreas, como eu, Dorea, e Distak no boxe, por exemplo.

R7 – Qual a sua meta como treinador de atletas que disputam MMA?
Ulysses - Tenho o meu centro de treinamento, que é a maior academia de boxe da América do Sul, com 100 metros de comprimento, 44 sacos de boxe, ringue, tatame e octógono. Minha meta é, com o meu boxe, trabalhar com lutadores cada vez mais de ponta e aprimorar e fazer campeões, assim como o Illiarde Santos, que começou ali na nossa academia, e hoje está há um passo de lutar no exterior.

R7 – Porque você acha que o boxe perdeu espaço na mídia brasileira?
Ulysses – O boxe nunca fez parte da cultura brasileira. Tivemos o Popó, agora por último, e antes o Maguila, Miguel de Oliveira e o campeão Éder Jofre. O jiujitsu não, foi uma modalidade praticada por pessoas com melhor situação financeira. Então, quando surgiu o MMA, ele era praticado por atletas de jiu-jitsu, e a probabilidade de crescer rapidamente pela própria condição econômica dos praticantes era muito maior.

R7 – Para terminar, qual o melhor boxeador entre os alunos de MMA que já passaram pelas suas mãos?
Ulysses - O Vitor Belfort, com certeza. Ele tem um boxe muito afiado.

Fonte R7.com

segunda-feira, 27 de junho de 2011

"Anderson passa chute frontal a Erick Silva"


Escalado para fazer sua estreia no maior evento do mundo no dia 27 de agosto, no UFC Rio, Erick Silva está treinando duro na X-Gym, no Rio de Janeiro, para bater Mike Swick. Se preparando ao lado de feras como Anderson Silva, Ronaldo Jacaré e Rafael Feijão, entre outros grandes nomes do MMA, Erick aproveitou para pegar algumas dicas com Anderson sobre o chute frontal, que nocauteou Vitor Belfort, e a TATAME TV acompanhou de perto a “aula particular”. Confira

http://youtu.be/HXkX-ww6gXQ

quarta-feira, 22 de junho de 2011

"Brasileiro foi superado por pontos pelo americano Mark Munhõz no UFC 131, no Canadá"

Com exclusividade ao R7, Demian Maia reconhece erro em derrota no UFC: “Mudei de estratégia do nada”

Demian Maia (de branco) quase finalizou Mark Munhõz no segundo round.

Ainda não foi desta vez que o paulista Demian Maia ganhou nova chance para disputar o cinturão dos pesos-médios (84 kg) do UFC.

Acompanhe a página de MMA do R7

Derrotado por pontos pelo americano Mark Munhõz no UFC 131, realizado no Canadá, o brasileiro teve a luta nas mãos ao quase nocautear o rival no início do primeiro round, naquela que foi a maior chance alcançada por qualquer um dos atletas.

Para quem viu o duelo, ainda ficou a impressão de que algo aconteceu no intervalo entre o primeiro e o segundo round, quando o amplo domínio de Demian foi substituído por uma verdadeira batalha nas duas últimas etapas.

- Comecei bem,mas mudei de estratégia do nada. Acho que resolvi ir para minha zona de conforto, que é o jiu-jitsu. Deveria ter continuado jogando na longa distância.

Visivelmente mais inteiro no último round, Munhõz soube aproveitar os momentos decisivos para se mostrar mais agressivo e convencer os jurados de que era merecedor da vitória.

- No segundo round, eu entrei tentando derrubar e me desgastei muito. Também quis trocar “plantado” na frente dele, e foi ai que ele me acertou bem forte. Também tive o nocaute na mão, mas achei que ele estava fingindo e não aproveitei.

De forma franca, Demian conversou com exclusividade com o R7 e analisou sua participação no UFC 131. Leia a seguir:

R7 – Demian, como você avalia seu desempenho na última luta contra o Mark Munhõz?
Demian - Comecei bem, mas mudei de estratégia do nada. Acho que resolvi ir para minha zona de conforto, que é o jiu-jitsu. Deveria ter continuado jogando na longa distância.Também errei ao plantar para bater, deveria ter continuado jogando na longa distância.

R7 – Na sua opinião, qual foi o seu principal erro?
Demian - No segundo round, eu entrei tentando derrubar e me desgastei muito. Também quis trocar “plantado” na frente dele, e foi ai que ele me acertou bem forte. Também tive o nocaute na mão, mas achei que ele estava fingindo e não aproveitei.

R7 – E qual era a sua estratégia para a luta?
Demian - A ideia era ficar na longa distância, como fiz no primeiro round, e botar para baixo caso ele se descuidasse. Se não conseguisse derrubar, era para trocar em pé e ficar rodando, calculando a distância.

R7 – Para quem viu a luta pela TV, ficou a impressão de que o golpe que ele acertou no segundo round te fez mudar de jogo. Foi isso mesmo?
Demian - Pode ser. Ainda vou ver a luta mais vezes para entender o que aconteceu. Mas acho que interferiu. Teve uma hora em que eu cai por cima, em uma posição que eu sabia que ele fazia, mas acho que estava pensando um pouco lento por causa do golpe. Muita gente não entende; jiu-jitsu é uma coisa e MMA é outra. É difícil fazer as mesmas posições valendo porrada.

R7 – No final da luta você encaixou um estrangulamento saindo de um crucifixo. A posição estava tão encaixada quanto pareceu?
Demian - Olha, ali eu achava que não pegaria, mas que ele me daria uma posição melhor tentando escapar. Mas estávamos muito próximos da grade, se fosse no meio do octógono eu teria mais liberdade para trabalhar a posição.

R7 – O desempenho do Munhõz te surpreendeu de alguma forma?
Demian - Ele me surpreendeu quando quase foi nocauteado, mas voltou como se não tivesse acontecido nada. É difícil um lutador voltar agressivo assim. Acho que o golpe que ele me acertou no início do segundo round deu confiança e ele, que soube aproveitar.

R7 – Em fóruns especializados de MMA, muitos fãs criticaram a falta de finalizações nas últimas lutas, alegando que você teria deixado de treinar tanto jiu-jitsu...
Demian - É uma molecada do jiu-jitsu, mas que nunca lutou MMA. O que eu posso dizer é que não existe nenhum campeão que ganha com apenas uma modalidade. Como eu posso ir contra o que esta sendo provado? Muitos caras que vieram do wrestling, como o Cain Velasquez e o Jon Jones, são muito bons em pé. Eu busco evoluir e mostrar isso, não adianta. Não é fácil usar o jiu-jitsu quando você quer. Tanto que eu acho que se tivesse mantido a luta em pé, na longa distância, teria vencido a luta.

R7 – E se tivesse lutado apenas jiu-jitsu, puxando para a guarda sem trocar em pé, provavelmente teria perdido?
Demian - Exatamente. São três rounds. O Munhõz foi eleito duas vezes o melhor wrestler nos EUA, e ele veio preocupado para não cair por baixo comigo. Se a luta fosse sem tempo, puxaria ele para a guarda e esperaria ele errar. Não deixo de treinar jiu-jitsu, treino muito, aliás. Mas, na luta, tenho que fazer o que sentir na hora. Porque você não usou o jiu-jitsu? Porque não deu [risos].

R7 – Então você vai continuar treinando boxe com o Dorea na Bahia?
Demian – Sim, os treinos são excelentes e me ajudam muito. Na próxima vez, vou alternar duas semanas de treino lá e duas aqui, porque acabo indo muito perto da luta e o professor Dorea não consegue tempo para fazer as correções técnicas.

R7 – E como ficou o sentimento após esta derrota, já que você estava tão perto do cinturão?
Demian - Esta luta foi difícil, porque nunca deixei uma vitória escapar. Ganhei o primeiro round, estava bem fisicamente e psicologicamente. A luta com o Anderson [Silva] eu perdi mesmo. Contra o Nate [Marquardt] não dá para saber como seria. Por isso essa foi a pior derrota. Era uma luta que eu poderia ter vencido, e foi por muito pouco, tanto que os dois últimos rounds foram parelhos. Até agora eu ainda não digeri direito a derrota.

R7 – Para terminar, quer deixar algum recado para seus fãs que o acompanham aqui pelo R7?
Demian - Quero agradecer muito. Recebi boas críticas, apesar de estar sendo horrível digerir isso. Foi uma luta pau a pau, e se eu quiser ser campeão tenho que mostrar superioridade. Aprendi com alguns erros nesta luta e vou voltar melhor. Ainda acho que tenho condição de ser campeão, e vou morrer tentando.

Fonte: R7.com

terça-feira, 21 de junho de 2011

"Eliminado do GP do Strikeforce, Werdum revela lesão durante luta: “Meu joelho saiu do lugar”

Peso-pesado brasileiro perdeu a chance de enfrentar Antônio Pezão na semifinal do GP Strikeforce.


Fabrício Werdum bem que tentou, mas a estratégia defensiva de Overeem levou a melhor

Peso-pesado responsável por acabar com a invencibilidade de dez anos do lendário Emelianenko Fedor, o brasileiro Fabrício Werdum acabou derrotado no último fim de semana (18) e foi eliminado do GP do Strikeforce.

A decisão unânime dos juízes apontou o holandês Alistair Overeem como vencedor no combate em que nenhum dos atletas mostrou seu real valor.

- Se olhar bem, vocês vão ver que o meu joelho saiu do lugar no início do segundo round. Doeu bastante, ficou difícil para levantar, e isso tirou um pouco do meu foco. Vou fazer a ressonância e ver se é grave e quando poderei treinar.

Frustrado por não conseguir levar o oponente ao chão, o brasileiro insistiu em tentar puxá-lo para guarda, o que desagradou os fãs e juízes. Apesar de procurar mais a luta, Werdum acredita que a estratégia errada influenciou no resultado.

- Tinha que ter confiado mais na minha parte em pé, ouvido mais o Rafael Cordeiro. Estrategicamente ele foi melhor. Talvez, se eu não tivesse puxado tanto para a guarda, eu teria vencido.

Seu algoz, o dono do cinturão do evento Alistair Overeem, apesar de não ter apresentado nenhuma lesão até o momento, também não rendeu o esperado, o que frustrou os fãs que lotaram o ginásio American Airlines Center, no Texas, EUA.

- Ele não quis ir para o chão comigo de jeito nenhum, mas é luta de MMA, tem que fazer chão também. Acho engraçado que me chamam para ir para cima e eu vou, mas quando chamo para o chão, ninguém vai.

Para encerrar a conversa, o brasileiro afirmou que irá retomar os treinos assim que puder para voltar a lutar ainda este ano, e que o apoio de seus fãs pé fundamental neste momento.

- Queria agradecer o apoio de todos os fãs do Brasil. Recebi muitas mensagens que me deixaram muito motivado. O apoio deles é fundamental.

Na próxima fase, Overeem enfrentará o também brasileiro Antônio Pezão.

Fonte: R7.com

segunda-feira, 20 de junho de 2011

"Panicat Juju tem frustrações ao tentar se mostrar no mundo esportivo"


A famosa assistente de palco do programa Pânico na TV! Juju Salimeni tentou ampliar o seu destaque com os esportes, mas não está conseguindo muito êxito. Até “preterida” ela foi, como no caso do MMA.

Icasa frustra panicat Juju

Juju é menosprezada pelo UFC

Na última quinta-feira (16), após aparecer de shortinho curto e top, a bela perguntou para o presidente do UFC, Dana White, se ele já havia escolhido as garotas que iriam trabalhar como garotas da placa na edição carioca do evento, programada para o dia 27 de agosto, no HSBC Arena.

Veja opções do UFC “melhores” do que Juju

O cartola disse que já existem três garotas contratadas e, apesar dos elogios à panicat, descartou uma nova “ring girl”.

Fonte: R7.com

"Depois de vencer em luta chata, campeão do Strikeforce esnoba Fabrício Werdum: “Ele bate fraco"



Alistair Overeem se classificou para enfrentar Antônio Pezão na semifinal do GP
Do R7

Werdum bem que tentou, mas não ameaçou o holandês Alistair Overeem

Após a luta nada empolgante com Fabrício Werdum no último sábado (18), o campeão do Strikeforce Alistair Overeem concedeu entrevista ao site mmabay quando criticou duramente a estratégia adotada pelo brasileiro.

- Vim para lutar, mas você precisa de dois para dançar o tango, esperava mais ação. O Werdum estava falando muito antes da luta, então eu esperava que ele fizesse mais. É difícil lutar contra alguém que não quer.

Durante o duelo, Werdum evitou a luta em pé e buscou derrubar o holandês durante três rounds, sem, no entanto, conseguir segurar o rival no chão.

Com uma boa defesa, Overeem apenas administrou o resultado, sem correr perigo, para obter uma vitória por decisão unânime dos juízes.

- Eu não me machuquei com nenhum dos socos dele. Quando alguém está se andando para trás o tempo todo e alguém vem para cima e sofre um soco... sim, ele bate fraco. Ele não me machucou.

Na próxima fase do GP dos pesos-pesados, ainda sem data definida, Overeem encara o brasileiro Antônio Pezão, enquanto o americano Josh Barnett enfrenta Serguei Kharitonov.
Fonte: R7.com

sexta-feira, 17 de junho de 2011

"Pesagem dos atletas deve ser na praia de Copacabana em evento aberto aos fãs, do R7, no Rio"

Com ingressos caros, UFC Rio dará ‘prêmio de consolação’ ao público       Reprodução                                            Dana White anunciou o preço dos ingressos ao lado do campeão do UFC Anderson Silva.


O valor dos ingressos para o UFC Rio, no dia 27 de agosto, assustou. Com o mais barato saindo a R$ 275,00 e o mais caro a R$ 1.600,00, o jeito será os organizadores contemplarem os fãs brasileiros de outra forma.
Com isso, a pesagem dos atletas, que ocorre sempre na véspera do evento, será aberta ao público. O palco preferido é a praia de Copacabana, como revelou Dana White, presidente do UFC.

- Tem boas chances de a pesagem ser na praia, mas ainda vamos fechar essa questão. Mas alguma ação faremos aberta ao público.

Outra possibilidade, praticamente descartada, é que a última sessão de treino dos atletas, que ocorre sempre três dias antes, seja acessível também ao torcedor. A tendência é que somente a imprensa tenha acesso.

Caso a praia de Copacabana se torne inviável, outro ponto turístico do Rio de Janeiro receberá a pesagem, conforme afirmou o secretário especial de Turismo do Rio de Janeiro e Presidente da Riotur, Antonio Pedro Figueira de Mello.

- Estou brigando por isso [para que seja na praia de Copacabana]. Mas, se não for lá, será em algum outro ponto turístico da cidade, para mostrar a todos a beleza do Rio de Janeiro.

A prefeitura do Rio de Janeiro está investindo quase um milhão de reais no torneio de UFC, que pela primeira vez será realizado no país no atual modelo. Antonio Pedro quer que a cidade se torne fixa no calendário do evento, embora Dana White tenha revelado que vai explorar outras cidades do país.

- No que depender de nós, será sempre aqui. Agosto é um mês de baixa temporada na cidade e queremos incrementar o turismo, além de divulgar o nome do Rio de Janeiro. Por isso estamos investindo R$ 950 mil nesse evento.
Fonte: R7.com

quinta-feira, 16 de junho de 2011

"PROXIMA PARADA B33 FIGHT EM PONTA GROSSA-PR"

O atleta Celio Santos da Equipe CSVT/Gentilini Fighters, estara participando do IX B33 Battle.
Que acontece neste fim de semana dia 19 de junho em Ponta Grossa.
Santos ira fazer a luta principal do evento contra o lutador ponta-grossense segundo do ranking do Paraná e realizador do evento um desafio de Karate vrs Muay Thai. Luta que vale Cinturão. O Evento que ja é tracicional em Ponta Grossa terá um card de 12 lutas sendo uma luta feminina .
Confira a divulgaçao do Evento:

IX B33 Battle.